Desporto na gravidez, com 3 vezes na semana é suficiente

Em blogbebes já tenho falado mais de uma vez dos benefÃcios de praticar desporto durante a gravidez, agora um novo estudo revela mais dados  oferecendo uma resposta sobre esta questão que muitas futuras mamãs se fazem quantos dias e horas posso fazer desporto?
Meia hora, tres vezes por semana.
O exercÃcio durante s gravidez benefÃcia ao desenvolvimento do feto, segundo sugiere um estudo da Universidade de Kansas City. Esta investigação demostrou que o exercÃcio da mãe não tem riscos para o feto e que poderia ter efeitos benéficos para o bebé.
O objetivo principal do estudo era avaliar a teoria de se o exercÃcio materno oferece benefÃcios cardiovasculares para o feto e determinar se os fetos expostos a exercÃcio têm maiores movimentos respiratórios em comparação com os não expostos. Os movimentos respiratórios fetais são um marcador de bem-estar fetal e reflictem o desenvolvimento funcional do sistema respiratório e o controlo do sistema nervoso central.
Investigadores utilizaram um biomagnetómetro fetal não invasivo para medir os magnetocardiogramas (MCG) maternal e fetal para além dos movimientos fetais como a respiração, os movimentos corporais, o soluço e a sucção não nutritiva. A contrário do ultra-som, que toma medidas estáticas da anatomia, o MCG regista a fisiologia do feto em desenvolvimento.
Investigadores examinaram os resultados de mulheres grávidas entre 20 e 35 anos. As mães foram classificadas como praticantes de exercÃcio se realizavam exercÃcio aeróbico de intensidade moderada no mÃnimo 30 minutos três vezes por semana como caminhar rápido, bicicleta estática ou correr. As mães da categoria controlo não participavam numa rotina regular de exercÃcios. O MCG realizou-se entre as 24 e 36 semanas de idade gestacional.
Entre as 36 e as 38 semanas de idade gestacional, os movimentos de respiração identificaram-se utilizando critérios especÃficos. As medidas de taxa cardÃaca fetal e controlo autonómico analisaram-se durante episódios de respiração fetal e movimentos não respiratórios. Ainda que não havia diferenças no número de episódios respiratórios, notaram-se diferenças entre ambos grupos.
Estes investigadores descobriram que a taxa cardÃaca era menor no grupo de exercÃcio durante a respiração e os movimentos não respiratórios. Para além disso, a variabilidade na taxa cardÃaca global a curto prazo era superior no grupo de exercÃcio durante os movimentos respiratórios. Os resultados também mostraram que três medidas independentes de controlo vaginal eram superiores nos fetos expostos ao exercÃcio durante os movimentos respiratórios.
Os autores assinalam que durante os perÃodos não respiratórios não havia diferenças nas medidas de controlo vaginal entre ambos grupos. Também não descobriram diferenças entre ambos grupos no controlo da taxa cardÃaca.
Escrito por Colum
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